{"id":2699,"date":"2023-03-22T21:06:09","date_gmt":"2023-03-22T21:06:09","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/?p=2699"},"modified":"2023-07-19T20:16:34","modified_gmt":"2023-07-19T20:16:34","slug":"pesquisa-identifica-especies-mais-indicadas-para-restaurar-ecossistema-do-rio-doce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/pesquisa-identifica-especies-mais-indicadas-para-restaurar-ecossistema-do-rio-doce\/","title":{"rendered":"Pesquisa identifica esp\u00e9cies mais indicadas para restaurar ecossistema do rio Doce"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Encontro apresentou em primeira m\u00e3o resultados com esp\u00e9cies nativas e alerta para novo risco com implanta\u00e7\u00e3o de minera\u00e7\u00e3o no rio Santo Ant\u00f4nio.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apenas 0,8% da vegeta\u00e7\u00e3o do rio Doce foi restaurada at\u00e9 agora.&nbsp; \u201cUma quantidade insignificante perto da propor\u00e7\u00e3o do impacto\u201d, afirma o pesquisador Fernando Goulart, um dos membros do projeto de pesquisa que monitorou a bacia do rio Doce ap\u00f3s o rompimento da barragem de Fund\u00e3o. De 2016 a 2023, cientistas da UFMG, UFES, Unimontes e Embrapa percorreram as \u00e1reas atingidas de Mariana at\u00e9 a costa do Esp\u00edrito Santo para identificar a biodiversidade e propor m\u00e9todos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais de um milh\u00e3o de pessoas foram afetadas pelo rompimento da barragem. Pelo menos 300 mil tiveram o acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel prejudicado e o aumento da \u00e1rea impactada continua at\u00e9 os dias de hoje. Mais de 600 km de rio foram afetados e h\u00e1 ind\u00edcios de que o len\u00e7ol fre\u00e1tico da por\u00e7\u00e3o estuarina est\u00e1 contaminado. Na por\u00e7\u00e3o marinha, o impacto passa de 300km, de Marata\u00edzes (ES) at\u00e9 Abrolhos (BA).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA cada evento de chuvas e cheias, ou de frentes frias no oceano, h\u00e1 uma remobiliza\u00e7\u00e3o desses rejeitos e aumento da contamina\u00e7\u00e3o. H\u00e1 piora na qualidade da \u00e1gua e aumento na mortalidade de peixes a cada ano, como se estivesse rompendo novamente uma barragem.\u201d, explica Goulart. O impacto chegou a \u00e1reas de extrema import\u00e2ncia para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade de diversas regi\u00f5es do Brasil, priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o de mam\u00edferos, peixes, plantas raras, r\u00e9pteis e anf\u00edbios. Portanto, restaurar a bacia do rio Doce \u00e9 beneficiar a biodiversidade continental, afirmam os pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Percorrendo a bacia, de Mariana ao mar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O projeto realizou um levantamento das \u00e1rvores e das sementes contidas no solo no entorno do rio Doce, nas \u00e1reas atingidas pelo min\u00e9rio e nas \u00e1reas ainda preservadas. Os pesquisadores constataram uma alta diversidade de esp\u00e9cies que servem de refer\u00eancia para restaurar as \u00e1reas degradadas. <em>\u201c<\/em>O rio Doce tem um longo hist\u00f3rico de perturba\u00e7\u00e3o. Conhecer essas esp\u00e9cies nos d\u00e1 no\u00e7\u00e3o da biodiversidade que foi impactada.\u201d, afirma Yule Ferreira, professora da Unimontes e uma das coordenadoras do projeto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"491\" src=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-1--1024x491.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2702\" srcset=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-1--1024x491.jpg 1024w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-1--300x144.jpg 300w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-1--768x369.jpg 768w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-1--1536x737.jpg 1536w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-1--2048x983.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Figura 1: Prof\u00aa. Yule Ferreira, da Unimontes, coordenou pesquisas em \u00e1reas refer\u00eancia e impactadas na bacia mineira do Rio Doce. Foto: Anderson Rodrigues\/Leeb ICB-UFMG<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Henrique Machado, da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (UFES), que coordenou as pesquisas no estado capixaba, uma das principais contribui\u00e7\u00f5es do estudo \u00e9 demonstrar que projetos de restaura\u00e7\u00e3o padronizados s\u00e3o um grande equ\u00edvoco. \u201cH\u00e1 muita heterogeneidade entre as esp\u00e9cies na bacia do Doce, pensar numa \u00fanica lista de esp\u00e9cies para restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 um erro\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"759\" src=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-1024x759.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2703\" srcset=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-1024x759.jpg 1024w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-300x222.jpg 300w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-768x570.jpg 768w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-1536x1139.jpg 1536w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-2048x1519.jpg 2048w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-2-160x120.jpg 160w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Figura 2: Prof\u00ba Henrique Machado, da UFES, coordenou pesquisas de solo e flora na bacia capixaba do Rio Doce. Foto: Anderson Rodrigues\/Leeb ICB-UFMG<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os sedimentos de rejeito encontrados nas margens do rio Doce v\u00e3o de cent\u00edmetros at\u00e9 mais de dois metros em algumas \u00e1reas. O volume impacta diretamente o restabelecimento da vegeta\u00e7\u00e3o, mas retirar os sedimentos da barragem n\u00e3o \u00e9 a melhor solu\u00e7\u00e3o, afirma Jo\u00e3o Herbert Moreira, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo. \u201c\u00c9 preciso fazer interven\u00e7\u00f5es para garantir que a restaura\u00e7\u00e3o seja bem sucedida, mas o dano causado no processo de retirada seguramente seria pior. A inser\u00e7\u00e3o de tratores e caminh\u00f5es, a raspagem e, posteriormente, o dep\u00f3sito desse material: em que lugar? uma nova barragem? O custo benef\u00edcio seria muito question\u00e1vel.\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como os ecossistemas do rio Doce est\u00e3o se adaptando?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das etapas do projeto buscou identificar a estrat\u00e9gia ecol\u00f3gica de cada esp\u00e9cie: como elas se adaptaram \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de degrada\u00e7\u00e3o. Conduzido pelo pesquisador Daniel Negreiros, o estudo utilizou a ferramenta CSR, uma forma de caracteriza\u00e7\u00e3o amplamente utilizada no mundo que indica qual a estrat\u00e9gia de sobreviv\u00eancia de cada esp\u00e9cie.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cCompetir com plantas vizinhas; tolerar falta de luz, de nutrientes no solo; secas prolongadas, deposi\u00e7\u00e3o de poluentes, ou ainda, se especializar em gerar muitos descendentes, mas em contrapartida, ter um ciclo de vida muito curto. Cada um desses aspectos \u00e9 apontado em um dos v\u00e9rtices do esquema triangular CSR.\u201d, explicou o pesquisador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados preliminares indicam que nas \u00e1reas impactadas pela deposi\u00e7\u00e3o do rejeito, as esp\u00e9cies t\u00eam se mostrado extremamente competitivas e com crescimento acelerado. <em>\u201c<\/em>\u00c9 uma estrat\u00e9gia da planta para sobreviver \u00e0 mudan\u00e7a do solo. Ela cresce pra cima, pra buscar luz ou espalhar mais descendentes.\u201d, explica Negreiros.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"553\" src=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-3-1024x553.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2701\" srcset=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-3-1024x553.jpg 1024w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-3-300x162.jpg 300w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-3-768x415.jpg 768w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-3-1536x829.jpg 1536w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-3-2048x1106.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Figura 3:&nbsp; Daniel Negreiros apresenta o modelo CSR. Foto: Anderson Rodrigues\/Leeb ICB-UFMG<\/sub><br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro estudo que tamb\u00e9m avaliou a adapta\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies ao solo com min\u00e9rio foi o da mestranda B\u00e1rbara Dias, do Laborat\u00f3rio de Ecologia Evolutiva da UFMG. Dias estudou as esp\u00e9cies <em>Deguelia costata<\/em>, mais conhecida como Embira de carrapato, e <em>Peltophorum dubium<\/em>, ou Canaf\u00edstula, nativas da regi\u00e3o, identificando os efeitos do rejeito no desenvolvimento das plantas. Os resultados ainda est\u00e3o sendo revisados, mas indicam que as esp\u00e9cies se adaptaram \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do solo e s\u00e3o potenciais para restaura\u00e7\u00e3o do ecossistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudando a microbiota do solo, a pesquisadora Maria Luiza de Moura analisou a contribui\u00e7\u00e3o de fungos na adapta\u00e7\u00e3o da Mutamba, esp\u00e9cie de nome cient\u00edfico <em>Guazuma ulmifolia<\/em>, comum nas matas ciliares do rio Doce. \u201cNos solos com rejeito de min\u00e9rio, as plantas t\u00eam dificuldade para obter nutrientes e at\u00e9 mesmo realizar fotoss\u00edntese. Mas quando suas ra\u00edzes se associam a fungos, as chamadas micorrizas, a planta se beneficia dessa troca, obtendo do solo os nutrientes em falta.\u201d, explicou Moura.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Transferindo partes desses fungos (os in\u00f3culos) de uma planta para outra \u00e9 poss\u00edvel torn\u00e1-las mais tolerantes ao estresse qu\u00edmico e h\u00eddrico do solo. Os experimentos em laborat\u00f3rio com a Mutamba tiveram resultados positivos e indicaram como os in\u00f3culos de micorrizas podem ser utilizados nos projetos de restaura\u00e7\u00e3o para aumentar a capacidade de resist\u00eancia das plantas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2700\" width=\"840\" height=\"472\" srcset=\"https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-4.png 960w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-4-300x169.png 300w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-4-768x432.png 768w, https:\/\/sites.icb.ufmg.br\/leeb\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Figura-4-720x405.png 720w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Figura 4: Fungos micorr\u00edzicos. Mutamba, Guazuma ulmifolia. Foto de Valter Jacinto\/BioDiversity4all<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cientistas lan\u00e7am documento com propostas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos produtos a ser lan\u00e7ado pelo projeto \u00e9 um documento com propostas e orienta\u00e7\u00f5es para auxiliar gestores na aplica\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico para o rio Doce. \u201cAtualmente as pol\u00edticas p\u00fablicas que orientam restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficas quanto a defini\u00e7\u00e3o do que \u00e9 refer\u00eancia. Comumente s\u00e3o utilizadas poucas esp\u00e9cies resultando em ecossistemas simplificados, com pouca biodiversidade, que v\u00e3o gerar&nbsp; menos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos.\u201d, explica Tiago Shizen.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das principais mensagens do documento destaca a heterogeneidade dos ecossistemas do rio Doce e a import\u00e2ncia de se considerar a maior diversidade poss\u00edvel de esp\u00e9cies para atender \u00e0s diferen\u00e7as ao longo da bacia. O policy brief tamb\u00e9m alerta para os riscos ao rio Santo Ant\u00f4nio, um dos principais afluentes do rio Doce. Fonte de vida aqu\u00e1tica, de fauna e flora para repovoar o Doce, o Santo Ant\u00f4nio est\u00e1 sob amea\u00e7a com a implanta\u00e7\u00e3o de um grande complexo miner\u00e1rio em sua bacia, que pode p\u00f4r em risco um dos principais ecossistemas de refer\u00eancia e expor \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o novamente o rio Doce.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O documento tamb\u00e9m lembra que estamos nos aproximando de uma d\u00e9cada do rompimento da barragem de Fund\u00e3o e ainda h\u00e1 muitas a\u00e7\u00f5es para a restaura\u00e7\u00e3o a serem feitas. \u201cA defini\u00e7\u00e3o dos ecossistemas de refer\u00eancia \u00e9 um passo inicial, mas mais pesquisas precisam ser feitas e mais a\u00e7\u00f5es tomadas. Esperamos que as pol\u00edticas p\u00fablicas sejam realmente aplicadas, e que considerem o conhecimento cient\u00edfico j\u00e1 produzido\u201d, enfatizou o coordenador do projeto, Geraldo W. Fernandes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Confira um resumo do workshop no v\u00eddeo abaixo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Workshop Restaura\u00e7\u00e3o com Ci\u00eancia: Rio Doce\" width=\"525\" height=\"295\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/S16YOZorTEE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encontro apresentou em primeira m\u00e3o resultados com esp\u00e9cies nativas e alerta para novo risco com implanta\u00e7\u00e3o de minera\u00e7\u00e3o no rio&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":2706,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[24,14],"tags":[31,30,32,29],"class_list":["post-2699","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-divulgacao-cientifica","category-restauracao","tag-divulgacao-cientifica","tag-pesquisa","tag-restauracao","tag-rio-doce"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v22.9 - 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