A Caatinga
A Caatinga possui cerca de 827,934 km² de extensão (CNUC/MMA, 2018), sendo o maior fragmento de Florestas Tropicais Sazonalmente Secas (FTSS) nos Neotrópicos. Está presente em todos os estados do Nordeste do Brasil, além de parte do estado de Minas Gerais (IBGE, 2004), apresentando uma das maiores riquezas de espécies e maior número de endemismos dentre as FTSS Neotropicais (DRYFLOR, 2016; PRADO, 2003). Foi caracterizada por Ab’Sáber (1967) como o “Domínio das Depressões Interplanálticas Semiáridas do Nordeste”, e traz como principais composições fisiográficas os frequentes afloramentos rochosos, drenagens intermitentes extensivas e os numerosos campos de inselbergs, frequentes nos diferentes tipos de formações. A vegetação da Caatinga pode ser caracterizada como florestas arbustivas ou arbóreas, em sua maior parte compostas por árvores e arbustos baixos, apresentando espinhos, microfilia e outras características típicas de vegetação xerofítica (GIULIETTI et al., 2004; PRADO, 2003). Apesar do alto grau de degradação a Caatinga apresenta regiões de vegetação bem preservadas, que abrigam um número considerável de táxons raros e endêmicos (GIULIETTI et al., 2004).
A Depressão Sertaneja Setentrional (DSS) é uma das 8 ecorregiões definidas para o bioma, com cerca de 206.700 km² de extensão, ocupando a maior parte da porção norte do bioma Caatinga (VELLOSO et al., 2002). Essa ecorregião inclui as regiões do Cariri Paraibano, Chapada do Apodi e Seridó. Sendo uma das ecorregiões mais impactadas pela ação antrópica, a DSS ainda possui um número reduzido de áreas protegidas (VELLOSO et al., 2002), situação que permeia até os dias atuais. Dentre as regiões que compõem a DSS, a região do Seridó, localizada entre o semiárido dos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba, é um dos principais centros de desertificação do bioma (SAMPAIO et al.,2002, VELLOSO et al.,2002). Embora seja demarcada por questões culturais, políticas, econômicas (IBGE, 2004; MMA, 2018), geológicas (JARDIM DE SÁ et al.,1981) e fitogeográficas (LUTZELBURG, 1921; ANDRADE-LIMA, 1981), seus limites não são bem definidos, podendo dificultar medidas de proteção à biodiversidade e cultura dessa mesorregião.
A Flora da Região do Seridó
A região do Seridó apresenta aspectos físicos comuns às demais formações da Caatinga, apresentando um relevo de suaves ondulações com elevações residuais (inselbergues). Distingue-se das demais áreas da DSS por apresentar solos mais rasos derivados de granitos, gnaisses e xistos oriundos do pré-cambriano com altitudes que variam de 100 a 400 m, podendo alcançar 700 m nas elevações do cristalino (VELLOSO et al.2002; VARELA-FREIRE, 2002). Constitui uma área de solos rasos e pedregosos, com grande potencial erosivo e sinais já visíveis de desertificação, sobretudo pelo constante uso de suas espécies lenhosas (CAMACHO, 2001). O Seridó apresenta clima BSh de acordo com Classificação Climática de Köppen-Geiger, apresentando precipitação média variando entre 400 a 700 mm, com o período chuvoso concentrado nos meses de janeiro a maio (CAMACHO, 2001), sendo considerada uma das regiões mais secas da caatinga (QUEIROZ et al.2015, ANDRADE-LIMA, 1981).
A vegetação do Seridó foi documentada pela primeira vez por Lutzelburg, em 1921. Em suas viagens, o botânico descreve uma vegetação com abundância de gramíneas, em “tufos” ou formando tapetes durante as chuvas, presença de árvores de menor porte (Spondias sp., Mimosa spp. e Caesalpinia sp.), faveleiras (Cnidoscolus sp.) em forma arbustiva, além de uma variedade de cactáceas e herbáceas, estas últimas expressivas no período chuvoso. Posteriormente, Andrade-Lima (1981) classificou a Caatinga em 6 unidades distintas e subdividiu-as em 12 tipos distintos, sendo um deles a vegetação do Seridó. Essa divisão, hoje vista como uma classificação ecológica, é fundamentada na integração clima-solo influenciando na vegetação, resultando nas diversas unidades e tipos vegetacionais por ele propostas (GIULIETTI et al., 2004). Na definição de Andrade-Lima (1981), a vegetação do Seridó se configura como uma Caatinga aberta com associação Mimosa-Caesalpinia-Aristida, com algumas espécies de árvores e arbustos (como Caesalpinia pyramidalis e Mimosa spp.) exibindo uma forma reduzida na região, compondo uma vegetação aberta com abundância de gramíneas (Aristida spp.), além de cactáceas (como Pilosocereus sp. e, em menor número, Cereus jamacaru).
Em trabalhos mais recentes, como em Queiroz et al.(2017), a vegetação é descrita como Caatinga Hiperxerófila, caracterizada por apresentar uma formação predominantemente aberta, típica das formações cristalinas no nordeste do Brasil. Embora o Seridó seja conhecido pela sua baixa riqueza de espécies, acredita-se que a diversidade florística da região é subestimada porque, em geral, os estudos de levantamento florísticos focam nos componentes lenhosos, ignorando a importância dos demais hábitos, que são uma porção significativa das comunidades vegetais do Seridó (QUEIROZ et al.2015).
Apesar de classificada como de extrema importância biológica e sendo uma área prioritária para a conservação (SILVA et al.,2003), a região do Seridó tem um histórico de ameaças à sua biodiversidade, originárias principalmente das práticas extensivas realizadas ao longo de sua ocupação como, por exemplo, a pecuária, cotonicultura e mineração (PEREIRA NETO & SILVA, 2012; VELLOSO et al.,2002), além da presença marcante de indústrias, como olarias e carvoarias. Todas estas atividades estão associadas a técnicas inadequadas como a queima da vegetação nativa para o plantio, corte para produção de carvão, manejo inadequado de ovinos, entre outros. Tais aspectos fortalecem a necessidade de se conhecer e reafirmar a singularidade da Caatinga do Seridó.
A Estação Ecológica do Seridó
O Rio Grande do Norte tem 19 Unidades de conservação (UC), das quais 8 encontram-se no domínio da Caatinga, 9 na Mata Altântica e 2 em ambientes marinhos. A Estação Ecológica do Seridó (ESEC do Seridó) é uma dentre as UC’s do estado, constituindo a segunda maior área de proteção integral e única estação ecológica. A Unidade está inserida nos domínios morfodinâmicos da Depressão Sertaneja, Formação Jucurutu, onde apresenta solos do tipo luvissolos, organossolos e neossolos (sendo os dois últimos em menor frequência) (IBAMA, 2004). Possui um relevo suavemente ondulado, tendo como ponto mais alto um acidente de cerca de 370 metros, denominado de Serra Verde (MOREIRA, 1990). A vegetação, típica da região Seridó, se desenvolve sobre um solo raso e pedregoso, onde apresenta fisionomias distintas dentro dos limites da unidade, relacionadas ao tipo de solo, presença de água, e relevo (IBAMA, 2004). A estação apresenta alguns corpos d’agua temporários (como a Lagoa do Junco e Lagoa da Várzea) e um açude localizado próximo à sede da unidade.
A proposta para criação da unidade foi levantada a partir de discussões realizadas durante o Encontro Nordestino de Ecologia, ocorrido em setembro de 1979 (Recife-PE), ressaltando a necessidade da criação de uma unidade de conservação na região da Caatinga Potiguar (IBAMA, 2004). Após esse encontro, deu início a criação da unidade, por meio do decreto nº 87.222, de 31 de maio de 1982, a partir de terras cedidas pelo então senador Dinarte Mariz (IBAMA, 2004; QUEIROZ, 2006; MOREIRA, 1990). A ESEC do Seridó é a terceira UC mais antiga do estado e primeira do bioma Caatinga, incluída em sua totalidade dentro dos limites do município de Serra Negra do Norte (RN). Na extensão de sua zona de amortecimento residem comunidades isoladas, em sua maioria agricultores familiares.
Os primeiros estudos realizados na unidade foram iniciados a partir de trabalhos que determinaram o zoneamento da área (BORGES, 1989; MOREIRA, 1990), onde foram identificadas algumas espécies e tipos de vegetação presentes na unidade. Alguns trabalhos posteriores realizaram pequenos levantamentos florísticos, etnobotânicos, fitossociológicos e/ou fitogeográficos (CAMACHO, 2001; CAMACHO & BAPTISTA, 2005; LACERDA & KAGEYAMA, 2003; SANTANA & SOUTO, 2006; SANTANA et al. 2009; SILVA & FREIRE, 2010; QUEIROZ, 2006; QUEIROZ et al. 2015), sendo parte desses estudos focados em espécies arbóreo-arbustivas ou de uso fitoterápico. Quanto aos estudos mais aprofundados, apenas a família Poaceae foi abordada em um tratamento taxonômico que determina 57 espécies de gramíneas para a UC (FERREIRA et al.2009). A estação ecológica teve seu plano de manejo implementado apenas em 2004 (22 anos após sua criação), tendo um levantamento florístico subamostrado, catalogando 164 espécies (IBAMA, 2004).
Os trabalhos de maior destaque foram realizados por Queiroz (2006) e Queiroz et al. (2015), onde o primeiro listou cerca de 300 espécies incluindo lenhosas e herbáceas na área; o segundo registrou 335 espécies de angiospermas, distribuídas em 68 famílias (destas espécies, 307 são nativas e 28 exóticas ou invasivas). Em uma análise abrangente das formas de vida encontradas na ESEC, os autores mostram que as espécies herbáceas constituem mais de 80% da flora da reserva (QUEIROZ et al.2015), mostrando como as estimativas de riqueza na região do Seridó são subestimadas pela falta de estudos sobre espécies não arbóreas. Além das herbáceas, que apresentam 209 espécies, foram catalogadas no respectivo estudo 16 árvores, 39 arbustos e subarbustos e 42 trepadeiras lenhosas e herbáceas.
Os Ambientes da ESEC
Savana-Estépica Parque
Esse tipo de vegetação é caracterizado pela presença de árvores e arbustos de baixo porte, espaçados em meio a um campo dominado por espécies herbáceas. A diversidade de ambos estratos é determinada principalmente pelo tipo de solo, podendo ser encontrada na Estação Ecológica duas situações distintas.
Vegetação sobre solo hidromófico
Caracterizado pela alta saturação da água no solo durante o período chuvoso e profundas rachaduras durante o período seco, esse tipo de vegetação ocupa uma extensa área na ESEC. Tais condições exigem da flora uma adaptação especial para o ambiente, sendo poucas as espécies que conseguem se estabelecer nesse tipo de habitat: jurema-preta (Mimosa tenuiflora), faveleira (Cnidoscolus quercifolius), mofumbo (Cobretum leprosum), pereiro (Aspidosperma pyrifolium) e pinhão-bravo (Jatropha mollissima) são as principais espécies arbóreas e arbustivas, enquanto que Aristida elliptica e Starchytarpheta sessilis dominam o extrato herbáceo.
Dentro do tipo de vegetação sobre solo hidromórfico é notável a presença de espécies que só foram encontradas nas margens de pequenos cursos d’água temporários que existem na ESEC. Dentre elas destacam-se a ameixa-do-mato (Ximenia americana), caroba (Jacaranda brasiliana) e rompe-gibão (Erythoxyllum pungens) no estrato arbóreo. No estrato herbáceo a gramínea Aristida setifolia predomina.
Vegetação sobre solo não-hidromórfico
Caracterizado pela drenagem eficiente que impede o encharcamento por longos períodos, o solo que define esse ambiente é raso e pedregoso e o estrato arbóreo-arbustivo dessa fisionomia é semelhante àquele sobre solo hidromófico. No entanto no estrato herbáceo destacam Aristida setifolia, Mesospherum suaveolens, Rhaphiodon echinus e Alophia drummondii.
Vegetação Aquática
Tipo de vegetação cujas espécies apresentam algum período de seu desenvolvimento diretamente ligado a corpos d’água ou alguma adaptação especial tolerante à água. Constituindo-se de diferentes formas de vida e estratégias de sobrevivência, este é um dos tipos de vegetação mais especiais e sensíveis da Caatinga, assim como um dos mais ameaçados devido às mudanças climáticas. Na ESEC do Seridó é possível encontrá-la em todos os corpos d’água, desde riachos, piscinas de pedra (rock pools), lagoas temporárias e na barragem (corpo d’água artificial). Vale ressaltar que nas lagoas ocorre uma formação semelhante a murundus, que abrigam em seu topo as espécies que não suportam alagamento por muito tempo. As principais espécies desse tipo de vegetação são: Nymphaea sp., Echinodorus subalatus, Salvinia auriculata, Utricularia spp., Eleocharis elegans, Cyperus iria, Isoetes luetzelburgii, Hydrolea spinosa, Lemna aequinoctialis, Heteranthera oblongifolia, entre outras.
Savana-estépica florestada
Dominada por espécies arbóreas de médio a grande porte, este ambiente possui um dossel bem definido e heterogêneo, com presença de arbustos no sub-bosque e um extrato herbáceo ralo. O porte das árvores é bastante variável, podendo ter de 8 a 15 metros de altura, aproximadamente. É uma fisionomia bastante diversa, porém a presença de espécies invasoras contribui para o empobrecimento da flora. As principais espécies que compõem essa fisionomia são: oiticica (Microdesmia rigida), pajeú (Triplaris gardneriana), juazeiro (Ziziphus joazeiro), pau-de-leite (Sebastiania macrocarpa), mulungu (Erythrina velutina) e angico (Anadenanthera colubrina). Essa fisionomia ocupa trechos específicos na ESEC, sendo encontrada onde as condições do solo permitem o desenvolvimento de uma vegetação de maior porte, principalmente compondo a mata ciliar do principal curso d’água, próximo à barragem e em algumas regiões da Serra Verde.
Savana-estépica arborizada
Dominada por árvores e arbustos, apresenta também um extrato herbáceo mais denso. As copas das árvores são altas, e os arbustos muito adensados tornam a locomoção difícil. É uma fisionomia bastante diversa, sendo uma das formas mais amplamente distribuídas na Caatinga. As principais espécies que compõem essa fisionomia são: jurema-preta (Mimosa tenuiflora), imburana (Commiphora leptophloeos), marmeleiro (Croton blanchetianus), cumaru (Amburana cearensis), feijão-bravo (Cynophalla hastata), pereiro (Aspidosperma pyrifolium), aroeira (Astronium urundeuva) e catingueira (Cenostigma nordestinum). Quanto às ervas, podemos citar: Commelina erecta, Blainvillea gayana, Mesosphaerum suaveolens, Ruellia asperula, dentre outras.
Neste ambiente é notável a presença de pequenos ecossistemas com características próprias que conferem uma flora pontual e diferenciada. Na ESEC Seridó é possível pontuar dois principais: os sistemas de drenagens e as clareiras sob solo semi-hidromórfico. Os sistemas de drenagem, que durante o período chuvoso se tornam pequenos riachos e transformam o estrato arbóreo numa mata de galeria temporária, permitem o desenvolvimento de populações de pteridófitas resistentes à escassez hídrica, onde podemos citar Selaginella convoluta, Anemia dentata e Doryopteris concolor. Já a existência dessas clareiras com solo semi-hidromófico é explicada pela presença de solo encharcado durante um curto período de tempo, devido à baixa drenagem. Esse tipo de ambiente possui uma alta diversidade de herbáceas: Caatinganthus rubropappus, Cyperus uncinulatus, Microtea glochidiata, Monnina insignis, Physostemon spp., Rhynchospora diodon, entre muitas outras.
Vegetação rupícola
Trata-se de uma vegetação que cresce diretamente sobre as rochas ou em suas fendas. Altamente resistente ao déficit hídrico e à intensa amplitude térmica, é bastante heterogênea com regiões dominadas por plantas herbáceas, incluindo cactos e bromélias, ou arbustos e árvores isoladas em regiões com acúmulo de solo ou fendas, intercalado com áreas de rochas expostas. Apesar da elevada exigência fisiológica, algumas espécies têm preferência por esses habitats, como a macambira-de-flecha (Encholirium spectabile), o xique-xique (Pilosocereus gounellei) e o pau-pedra ou pau-serrote (Luetzelburgia auriculata).
Referências
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